quinta-feira, 31 de maio de 2012
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Certo, já analisamos muitas
coisas e garimpamos até chegar ao que achávamos
que era o problema. Sentimos que não
somos bons o bastante e existe uma falta de amor por nós mesmos. Aprendi
pelo modo como encaro a vida, que, se há algum problema, essa afirmação tem de
ser verdade. Portanto, vamos agora analisar de onde veio essa crença.
Como passamos de um bebezinho que
conhece sua própria perfeição e a perfeição da vida para uma pessoa que tem
problemas e se sente sem valor e sem amor dentro de um grau qualquer? As
pessoas que já se amam podem se amar ainda mais.
Faxina
Mental
Agora chegou a hora de
examinarmos um pouco mais nosso passado, de dar uma olhada em algumas crenças
que têm nos dirigido.
Algumas pessoas acham essa parte
do processo de limpeza muito dolorosa, mas não precisa ser assim. Precisamos
olhar para o que existe antes de podermos começar a faxina.
Quando se quer limpar um cômodo
completamente, primeiro é necessário pegar e examinar tudo o que existe nele.
Algumas coisas serão olhadas com carinho e receberão limpeza e polimento para
ganharem uma nova beleza. Outras talvez precisarão de conserto ou restauração,
o que poderá ser feito depois, com calma. Outras coisas ainda jamais servirão
para nada e deverão ser jogadas fora. Jornais e revistas velhos, pratos de
papel sujos podem ser postos na lata do lixo sem rodeios. Não é necessário
ficar com raiva para se fazer uma boa faxina.
O mesmo acontece quando estamos
limpando a nossa casa mental. Não é preciso sentir raiva só porque algumas das
crenças guardadas nela estão prontas para ser atiradas fora. Livre-se delas com
a mesma facilidade com que jogaria restos de comida na lata do lixo depois de
uma refeição. Você cata no velho lixo mental
para criar as experiências de amanhã?
Se um pensamento ou crença não
lhe é mais útil, livre-se dele! Não existe nenhuma lei que diga que só porque
você um dia acreditou em alguma coisa é obrigado a acreditar nela para sempre.
Assim, vamos dar uma olhada em
algumas dessas crenças limitantes e descobrirmos sua origem:
CRENÇA
LIMITATIVA: Não sou o bastante.
ORIGEM:
Um pai que repetidamente lhe dizia que
era burro.
Ele disse que queria ser um
sucesso para o pai poder se orgulhar dele, porem estava assolado pela culpa,
que criava ressentimento, e tudo o que conseguia produzir era um fracasso após
outro. O pai continuava financiando negócios para ele, porem, um a um eles
fracassavam. Ele usava o fracasso para se vingar. Fazia o pai pagar, pagar e
pagar. Claro, que ele era o maior perdedor.
CRENÇA
LIMITATIVA: Falta de amor por
si própria.
ORIGEM:
Tentar ganhar a aprovação do pai.
A última coisa que ela queria era
ser como o pai. Os dois não concordavam em nada e estavam sempre discutindo.
Ela só queria sua aprovação, mas só conseguia críticas. Seu corpo estava cheio
de dores, exatamente iguais às que o pai tinha. Ela não percebia que a raiva
estava criando dores nela, como a raiva do pai criava dores nele.
CRENÇA
LIMITATIVA: A vida é cheia de
perigos.
ORIGEM:
Um pai amedrontado.
Outra cliente encarava a vida
como sendo áspera e sombria. Tinha dificuldade em rir e, quando o fazia, ficava
com medo de que algo “mau” fosse acontecer. Fora criada com a admoestação: “Não
ria, ou ‘eles’ poderão pegá-la”.
CRENÇA
LIMITATIVA: Não sou bom o
bastante.
ORIGEM: Estar abandonado e ignorado.
Era difícil para ele falar, O
silêncio tornara-se um modo de vida. Ele acabara de se livrar do álcool e das
drogas e estava convencido de que era péssimo. Descobri que sua mãe morrera
quando ele era muito jovem e que fora criado por uma tia. Essa mulher raramente
falava, exceto para dar uma ordem, portanto, ele foi criado em silêncio. Até mesmo
comia sozinho em silencio e passava dia após dia no quarto sem fazer barulho.
Teve um amante que também era um homem silencioso, e os dois passavam a maior
parte do tempo sem se falar. O amante morre e, mais uma vez, ele ficou sozinho.
Livro: Você Pode Curar Sua Vida
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Coração,
Corpo, Espírito
No budismo, sabemos que aquele a
quem rezamos está dentro de nós e não fora de nós. Buda está em nosso coração e
Deus também está em nosso coração. É um erro pensar que Deus está fora de nós.
Podemos desenhar a letra A,
simbolizando a pessoa que reza, e a letra B, simbolizando aquele a quem se
dirige nossa oração, dentro do mesmo círculo, que simboliza Deus. Com isso
removemos uma das camadas da percepção errada que vem da ideia de que nós e Buda
somos duas coisas, que nós e Deus somos duas coisas.
A consciência coletiva é
constituída da consciência individual, e a consciência individual é constituída
da consciência coletiva. Uma torna possível a outra. Não é que uma venha antes
e a outra depois. Não existe “acima” se não houver “embaixo”; não há “dentro”
se não houver “fora”; as duas coisas têm de existir ao mesmo tempo. O mesmo
vale para “eu” e “nós”; um torna possível o outro. “Isto existe porque aquilo
existe porque isto existe”. É um dos ensinamentos do Buda.
Livro: A energia da Oração
terça-feira, 15 de maio de 2012
O
que é Coaching?
O coaching parte de alguns pressupostos, entre os quais destacamos:
O coaching parte de alguns pressupostos, entre os quais destacamos:
·
As pessoas sabem mais do que acham que sabem.
·
As pessoas possuem recursos nem sempre
adequadamente aproveitados para elevar a sua performance.
·
Perguntas adequadas, úteis e estimulantes
produzem mais resultados do que ordens e comandos.
·
Toda falha representa uma oportunidade de
aprendizagem.
·
Metas desafiantes, porém viáveis, fazem emergir
o que de melhor as pessoas possuem.
·
Toda aprendizagem é precedida de alguma forma de
experimentação.
·
Querer é o primeiro passo para o poder e o
fazer.
Lembra-nos Whitmore [...] que
“expressões tais como ‘estimular o melhor em cada um’ ou ‘seu potencial oculto’
pressupõem que muitas coisas existem dentro das pessoas à espera de serem
liberadas”… Daí a necessidade de pensar as pessoas não apenas em relação ao
desempenho apresentado (algo do passado), mas também do seu potencial ainda não
utilizado (latente). Aliás, pessoas comuns são capazes de fazer coisas
extraordinárias diante de uma crise demonstrando que a capacidade já existia e
a crise atuou apenas como elemento catalisador. O coaching também pode ser entendido como um catalisador desse
potencial. Quem não acredita na capacidade de outro provavelmente terá pouco
sucesso como coach.
De acordo com a International
Coaching Federation (ICF), coaching é:
Uma maneira continuada que
estimula e apoia o cliente a produzir resultados gratificantes em sua vida
pessoal e profissional. Por meio do processo de coaching, o cliente expande e aprofunda a sua capacidade de
aprender, aperfeiçoar seu desempenho e eleva sua qualidade de vida.
[...]
Coaching é desafiar e apoiar as pessoas, oferecendo a elas o
benefício da nossa parceria.
Segundo Gallwey (19960),
Coaching é liberar o potencial de uma pessoa para que ela maximize
a própria performance. É mais ajuda-la a aprender do que ensiná-la.
Entendemos coaching como o processo de facilitar a aprendizagem e o desempenho
de outra pessoa através da utilização ótima do seu potencial, com a finalidade
de alcançar os resultados por ela almejados. O processo de coaching estimula a capacidade das pessoas de reinventarem e
encontrarem alternativas válidas, apesar das restrições do contexto em que
atuam.
O processo de coaching, quando adequadamente
conduzido, pode ser comparado a uma enzina que provoca mudanças voltadas a si
própria, uma espécie de fermento do crescimento e da superação pessoal e
profissional. Dessa forma, desencadeia e ativa a autodescoberta e o
aproveitamento do potencial até então não utilizado.
Coaching é um processo que contribui para que as pessoas e os
grupos se transformem, reflitam a respeito de sua visão de mundo, de seus
valores e crenças, aprofundem sua aprendizagem, incorporem novas habilidades e
capacidades, expandam sua prontidão para agir de forma coerente e eficaz. Por
essa razão, constitui uma forma de provocação construtiva, de desafio e
estímulo para o desenvolvimento e a aprendizagem contínuos.
Trata-se de um recurso “just in time”, pois atende a questão da
realidade emergente, do presente, ao passo que a maioria dos recursos obtidos
em treinamentos convencionais, in-company
ou fora dela, poderão ou não, ser úteis em curto ou médio prazos.
Em suma, coaching é um tipo especial de colaboração que expande a
consciência e a aprendizagem e permite a obtenção de resultados com menos
esforço e em menos tempo. Coach e coachee são parceiros no processo de
descoberta das respostas para as dúvidas do coachee,
e esse, por sua vez, se dispõe a assumir a responsabilidade de agir de acordo
com elas.
O ponto de partida do processo de
coaching é o aqui e agora, isto é,
onde o coachee se encontra hoje e o
que está disposto a fazer para chegar; onde deseja no amanhã em termos de
ações, investimento na adoção de novas posturas, valores e comportamentos
correspondentes que possibilitarão alcançar os resultados almejados.
Como observou Michael Jordan, um
dos maiores esportistas de todos os tempos, “o coach é alguém que nos estimula a fazer o que não queremos para
que possamos nos tornar aquilo que queremos ser”.
Trata-se, pois, de um processo de
aprendizagem não convencional, flexível, de “atenção personalizada”, ajustado
às necessidades e condições específicas do cliente, que guarda alguma
semelhança com o trabalho feito com determinados atletas, no qual o preparador
ou técnico apoia, orienta e estimula o atleta a alcançar o seu melhor desempenho.
Quando aplicado a gestores,
entretanto, é um processo eminentemente ativo de educação continuada, de
aquisição/polimento de competências, habilidades, comportamentos e
conhecimentos que proporcionam a elevação dos níveis de performance, contribuindo para a efetividade da equipe e de toda
organização. Facilita a criação de focos irradiadores de excelência que tendem
a se expandir pelo sistema organizacional como um todo.
O coaching contribui para que indivíduos e grupos se transformem, ao
impactar suas visões e valores, apoiá-los na reinvenção e remodelação do pensar
e agir, mediante um processo participativo e dirigido de aprendizagem. É desse
processo que resulta a incorporação de novas habilidades/capacidades que
propiciam alcançar o sucesso naquelas áreas nas quais as pessoas ainda não
foram tão bem-sucedidas quanto poderiam ser.
Lembra Hargrove (1995) que quem
se propõe a atuar como coach começa
por se olhar no espelho e verificar se, de fato, está disposta a colaborar no
processo de abrir novas perspectivas e opções para as pessoas, ou seja, tornar
produtivas as forças do indivíduo.
O coaching pressupõe uma interação mútua e voluntária na qual o coach não tem autoridade sobre, nem tem
condições de assumir sozinho a responsabilidade pelos resultados do coachee. Trata-se, pois de um
relacionamento voltado para ações e resultados.
Já dizia o grande pensador Peter
Drucker (1978), no seu clássico O gerente
eficaz, que coaching “é tornar
produtivas as forças do indivíduo”.
O mundo empresarial não tem sido
muito propício às conversas amistosas, francas e abertas. A competição
acirrada, o estresse ocasionado pela busca cada vez mais agressiva por
resultados, a insegurança gerada pela instabilidade socioeconômica e política
mundial, a falta de garantia de emprego, entre outros fatores, estimulam a
defensividade das pessoas impedindo-as de estabelecerem relacionamento abertos
e transparentes. Os jogos de poder, o nepotismo, os interesses escusos e
autoritarismo, ainda presentes no mundo dos negócios, alimentam a falta de
confiança, exacerbam a sonegação de informações relevantes e prejudicam o
diálogo entre pares, níveis hierárquicos e áreas.
Quanto mais altas as posições na
pirâmide organizacional, mais solitários e pressionados os seus ocupantes, e
menores as chances de receberem feedbacks
que poderiam contribuir para a manutenção do senso de realidade, de
oportunidade e de adequação. Muitas dessas pessoas tornam-se vítimas de seu
próprio sucesso, em razão do relativo isolamento que se instala nas salas dos
altos executivos e que tende a gerar um certo grau de alienação, sensibilidade
e intuição amortecidas, tendências a não perceber os efeitos negativos das
incoerências entre discurso e ação. São essas condições que caracterizam
culturas organizacionais marcadas pela falta de confiança e de comprometimento
com resultados e, consequentemente, falta de flexibilidade para responder às
necessidades mutantes do mercado.
Hudson (1999), considera que
Coaching não é dar conselhos. Não é consertar as coisas ou resolver
problemas. Coaching é estabelecer um
relacionamento vital, durante um determinado período de tempo, com um cliente
que está à procura da clareza e das habilidades necessárias para fazer mudanças
em sua vida e nos sistemas humanos (casais, família, empresa, comunidade) num
futuro próximo.
Coaching para Executivos
Rosa R. Krauszquarta-feira, 9 de maio de 2012
Da Imaginação à Realidade
Da
Imaginação à Realidade
Todos nós sonhamos. Enquanto
dormimos, nossas mentes embaralham as experiências vivenciadas no dia com as
reflexões e emoções resultantes, como um jogador de pôquer maluco tentando
ganhar uma rodada. Esses sonhos podem nos fornecer sugestões, segredos e pistas
sobre nossas vidas, onde nos encontramos e em qual ponto queremos chegar. Eles
dramatizam nossas situações difíceis e preocupações – nossas metáforas
tornam-se realidade em nossos sonhos. Mas os sonhos representam mais do que
isso. Quando sonhamos, nossa imaginação, pairamos além dos confins de nossas
vidas e entramos num novo mundo onde muitas coisas são possíveis, não ficando
restritos às cartas que manuseamos. Somos livres para pegar qualquer carta ao
caso e transformá-la em nossa mão. Os sonhos levam-nos além de nós mesmos.
Qualquer mudança em nossa vida se inicia com um sonho – usamos nossa imaginação
para realizarmos nossas próprias projeções na direção de nosso melhor futuro.
O que o coaching tem a ver com
sonhos? Coaching é sobre mudança, sobre efetuar mudanças. Um coach é um mágico
da mudança que apanha suas cartas e ajuda-o obter uma mão melhor, ou, às vezes,
a mudar as regras do jogo, ou encontrar um melhor jogo. Mudanças partem de um
sonho de algo melhor. Quando atingimos um sonho, olhamos para frente e sonhamos
novamente. Há sempre um sonho por trás do sonho.
No final, é transformar seus
sonhos em realidade. Isso é o que um coach faz para você. Coaching envolve sua
imaginação e, ao mesmo tempo, é extremamente prático no mundo real. Ele lida
com metas e realizações. Vincula o mundo dos sonhos com o mundo da realidade.
Em 1985, eu (Joseph) compareci a
uma maravilhosa sessão de música dada por uma pianista chamada Eloise Ristad.
Ela trabalhava principalmente com concertistas que sofriam de ansiedade antes
de suas apresentações, e tinha escrito um ótimo livro denominado A Soprano on her Head. O seminário e o
livro me inspiram, e quando caí na cama na noite seguinte, meditando sobre
minha experiência, um pensamento passou rapidamente pela minha mente: “Eu quero
escrever um livro”.
Então a auto-reflexão começou a
ficar séria.
“Você não consegue escrever um
livro!”, despontou uma resposta imediata em um tom um tanto desdenhoso.
“Por que não?”
“Hum... porque você não sabe como
fazê-lo”.
“Mas, eu posso aprender. Eu nunca
vou saber se sou capaz de escrever um livro até que eu tente.”
Este pequeno diálogo deixou clara
a diferença entre crença e habilidade. O que me faltava era o know-how para escrever um livro. Se eu
tivesse tido um coach à época, ele teria me ajudado a examinar cuidadosamente
minhas crenças, focar em minha meta e torná-la realidade. Não houve essa
possibilidade e eu atuei como meu próprio coach. Eu posicionei minhas visões
num ponto mais alto do que eu pensava poder. Não deixei que qualquer barreira
me detivesse de tentar a atingir o que pretendia.
Você também pode estar lendo
[...] porque deseja ser seu próprio coach. Ou pode estar interessado na técnica
de coaching em geral. Pode estar interessado em se tornar um coach, ou aumentar
suas aptidões de coaching se já for um. Talvez você esteja pensando em
contratar um coach. Talvez deseje descobrir como as habilidades dessa técnica
podem transformá-lo em um professor, treinador ou assessor mais efetivo. Talvez
queira obter uma nova visão de sua profissão e ler o que uma outra pessoa pensa
sobre coaching. Independentemente de seus motivos, você está no caminho certo
de encontrar a distância entre sonhos e realidade para si próprio e para os
outros.
Lutando
pela Liberdade
Um coach não é apenas um mágico,
mas também um batalhador pela liberdade.
A liberdade envolve dois
caminhos: liberdade de algo e liberdade para fazer algo. Por exemplo, há poucos
anos, eu (Joseph) estava trabalhando 50 horas por semana, dando aulas de
guitarra. Era um serviço agradável e que me trazia satisfação durante a maior
parte do tempo, mas chegava a ser muito cansativo. Não era o tipo de trabalho
em que eu poderia calmamente cochilar por alguns minutos; um professor de
instrumentos musicais é remunerado para ouvir atentamente seus alunos. Eu amava
o que fazia, mas não queria trabalhar tantas horas. Eu não estava pensando em
me ocupar com outra função, somente desejada poder relaxar, ter tempo para
contemplar mais a vida, ler e dormir se assim quisesse. Eu não queria me sentir
tão cansado. Passado um certo limite, eu não conseguiria dar ao meu trabalho a
atenção que ele merecia. Relaxamento é muito necessário a fim de sermos capazes
de trabalhar efetiva e alegremente na hora em que estamos realmente
trabalhando. Isto é o que podemos chamar de liberdade de algo.
O outro tipo de liberdade é a
liberdade para fazer algo. Uma vez
que você esteja livre de uma situação, é possível fazer outra coisa. O quê? Em
meu caso, era escrever livros, modelar bons originais, e preparar e ministrar
diversos cursos de treinamento.
Coaches trabalham em ambos os
tipos de liberdade. Eles ajudam os clientes a se libertarem de circunstancias
desagradáveis ou insatisfatórias. Em seguida, eles abrem o leque de opções e
possibilidades.
Conheça
seu Inimigo
Se um coach e um cliente
estiverem numa luta por liberdade, quem são os inimigos? O que detém a mudança
que o cliente deseja fazer?
Na maioria das vezes, o inimigo é
o hábito. Ações e pensamentos usuais. Hábitos que o mantiveram trabalhando
obrigado mais tempo do que o necessário, e que são difíceis de mudar. Todos os
hábitos são importantes para nós do contrário eles, em primeiro lugar, não
teriam se tornado hábitos. Mas os tempos mudam e nossos hábitos talvez não sirvam
mais a nossos propósitos.
Os hábitos são mantidos de
diversas formas. Nós organizamos nosso meio circundante para suportá-los. As
outras pessoas esperam que nos comportemos de modo previsível, e, portanto, nos
tratam presivelmente, reforçando nossos hábitos. Hábitos são como o controle de
navegação em um carro – eles são fixados para uma certa velocidade em uma certa
direção. Então, o motorista do veículo não precisa prestar atenção. Para
alterar a velocidade e a direção, ele terá que prestar atenção. Uma vez que se
mudem os hábitos, o novo hábito irá conduzi-los em uma diferente direção por
uma outra estrada.
Um coach se atém aos hábitos que
estão contendo o cliente, às vezes por um processo de guerrilha, outras por
assalto direto. O coaching irá mudar a direção da vida de um cliente.
Geralmente, somente uma pequena mudança de cada vez. Mas pequenas mudanças se
somam.
Mudando
de Direção
Pense em sua vida como uma viagem
por uma estrada. Você desconhece para aonde está se dirigindo, mas o cenário é
agradável. Passando algum tempo, você começa a ver que ele está sendo
reciclado. Espere um pouco e o mesmo panorama surge novamente. Então, você
chega em uma bifurcação da estrada. Na verdade, existem bifurcações por toda a
estrada, mas você não as notou. Ou se notou, você estava confortável viajando
na estrada, de modo que as ignorou. Agora, no entanto, você dispõe de um coach
para alertá-lo. Você muda de direção, mesmo que levemente. Você acessa uma nova
estrada. , uma que diverge somente um pouco da estrada original.
A primeira tentação é pensar:
“Ufa! Foi duro fazer isso”. Pode ser verdade que a mudança seja de pequeno
porte no curto prazo. Mas, quanto mais tempo você mantiver aquela mudança, mais
distante irá ficando da primeira estrada. Depois de um ano, você estará em um
país totalmente diferente. Isto ocorrerá, mesmo que você nunca faça uma outra
mudança.
Quanto maior a mudança de
direção, tanto menos o prazo que levará para a visualização de um novo cenário.
Todavia, mesmo a mudança mais imperceptível o levará a uma diferente jornada se
você persistir. Você precisa apenas continuar naquela nova pista, muito embora
a antiga possa lhe atrair de volta com promessas sedutoras de confortos
familiares. “o diabo que você conhece”, sussurra-se por aí, “é melhor do que o
diabo desconhecido”. Mas, existe um diabo de verdade na nova estrada?
Qual é o papel do coach neste
processo? Ele faz três coisas:
1-
Mostra-lhe a estrada em que você estava.
2- Aponta as opções e o ajuda a tomar uma nova estrada.
3- Auxilia-o a persistir naquela mudança.
Geralmente, a vida é uma série de
pequenas decisões. Uma mudança de grande efeito normalmente corresponde a
diversas pequenas mudanças deixadas para o momento exato. Cada decisão que
tomamos ou nos mantém na mesma confortável pista ou nos leva na direção que
realmente queremos ir. O coaching ajuda-nos nessa decisão.
A vida é uma série de pequenas decisões.
- Coaching com PNL
Andrea A Lages e Joseph O’ Connor
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