segunda-feira, 19 de maio de 2014

O presente

Quem já consegue ver, sentir, vivenciar Deus como sua própria essência e essência também dos demais, inclusive de qualquer ser humano, de todo animal, planta e pedra, sem dificuldade e até jubilosamente consegue amar o inimigo e rezar pelo infeliz que o caluniou ou perseguiu.
Pretender amar o inimigo enquanto se sente distinto e distante dele é, como diz a sabedoria popular, "Dar murro em ponta de faca".

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